Se a as eleições para governador de MT fosse qual desses nomes votaria?

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19 Julho 2009

60 mil contratos sem licitação estão na mira da CPI da Petrobras

Banqueiro na mira na CPI da Petrobras

Logo após o recesso, a CPI da Petrobras deve quebrar o sigilo bancário do banqueiro Fabio Barbosa, presidente do Grupo Santander no Brasil e da Federação de Bancos (Febraban), após a espantosa revelação de que ele embolsa generosa remuneração mensal como membro do conselho de administração da Petrobras. Ele teve acesso a informações privilegiadas que valem ouro para quem especula no mercado financeiro.


Motivos de pânico

Estão na mira da CPI da Petrobras também cerca de 60 mil contratos sem licitação na estatal e o patrocínio de projetos de políticos petistas.


Nitroglicerina pura

Um dossiê sobre a gestão de Haroldo Lima na Agência Nacional do Petróleo tem sido distribuído a parlamentares da CPI da Petrobras.


Tô fora

O ex-ministro Delfim Netto deixou o conselho curador da EBC, estatal da TV do Lula. Não alegou qualquer motivo. Deve ter mais o que fazer.


Regabofe

Em visita ao Brasil, o presidente moçambicano Armando Guebuza será homenageado em almoço, nesta terça, no Palácio Itamaraty, em Brasília.


Câmara quer punir a má-fé de acusadores

O Ministério Público se mobiliza, batizando-o “lei da mordaça”, mas a tendência é a Câmara dos Deputados aprovar o projeto de Paulo Maluf (PP-SP) que prevê punição de procuradores e promotores que proponham ações judiciais por má-fé, perseguição política, intenção de aparecer etc. Perseguido sem tréguas pelo MPF nos anos FHC, o ex-ministro Eduardo Jorge é sempre citado como vítima desse tipo de ação.


CrediReceita

Projeto do senador Raimundo Colombo (DEM-SC) parcela o pagamento de imposto de renda para pessoa física em até nove vezes.


Contrabando fumacê

O reajuste de 30% no IPI do cigarro para compensar outras isenções fez crescer o contrabando. Ficou elas por elas. Só aumentou a criminalidade.

Heresia

O prefeito de Juazeiro do Norte (CE), Manoel Santana (PT), criou uma loteria usando a imagem de Padre Cícero. Os fiéis o acusam de heresia.


Sucessão na BR

O diretor financeiro da BR Distribuidora, Nestor Cerveró, é o nome mais cotado para substituir José Eduardo Dutra na presidência da subsidiária da Petrobras quando ele oficializar a candidatura à presidência do PT.


Rent a sucata

Mofam nas garagens do Ministério da Fazenda quase cinquenta carros que a Controladoria-Geral da União comprou para as unidades estaduais, com motoristas à disposição. É frota ociosa desde 2007.


Festa da gravata

Ao final do mandato, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) promete cortar a cabeleira e fazer uma “cerimônia” de despedida da gravata, oferecendo aos assessores as mais de 700 que usou, sem jamais repetir.


Peso de ouro

O diplomata José Ricardo da Costa Aguiar, ainda vinculado ao Itamaraty, foi recrutado a peso de ouro para defender interesses de banqueiros, em Brasília, em uma Confederação Nacional das Instituições Financeiras.


Lei de quartel

À beira-mar, com bares e restaurantes e área de lazer e diversão, o Forte de Copacabana, no Rio, verão o ano inteiro, não permite acesso de visitantes vestidos de camiseta, short e sandálias havaianas.

Inútil

Um dos últimos contatos fechados pela Secretaria de Assuntos Estratégicos, a Sealopra, antes da saída de Mangabeira Unger, foi de R$ 1,15 milhão para a prestação de serviços gerais e de administração.


Uns folgados

Depois do Tribunal de Justiça de Pernambuco, os TJs do Pará e Mato Grosso terão de cumprir determinação do Conselho Nacional de Justiça suspendendo folgas e compensações em julho. As sextas no Pará eram enforcadas, compensadas por uma hora a mais. E os processos, ó...


Espeto de pau

O choque de ordem da prefeitura do Rio ignora a vizinhança de seu prédio, conhecido como “Piranhão”. Além de assaltos, um terreno abandonado da construtora Camargo Correa virou estacionamento irregular da Guarda Municipal, com direito a piscina de mosquito.


Pensando na rima

...ser blogueiro no Brasil não dá dinheiro, já ser “ongueiro”...



Poder sem pudor

A caneta e o ministro

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No debate sobre reforma trabalhista na TV Câmara, em 2003, o então ministro do Trabalho e atual governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), estava mais concentrado na bela caneta Mont Blanc do deputado tucano Ronaldo Dimas (TO). Pediu-a emprestado e, antes do fim do debate, o ministro disse a Dimas, baixinho, com olhar pidão:
- Muito bonita. Muito bonita mesmo a sua caneta...
O deputado fez que não entendeu, recuperou a caneta e a enfiou no bolso.

Fonte: www.claudiohumberto.com.br


Insegurança: Rio terá hospitais blindados

Panamá deixará parlamento regional

O governo do Panamá iniciou o processo para retirar o país do Parlamento Centro-americano (Parlacen). Segundo o vice-presidente e chanceler Juan Carlos Varela, o Parlacen “é muito criticado por dar imunidade a políticos questionados em seus respectivos países”. Em sua opinião, neste sentido, a saída do Panamá “talvez sirva para que o organismo reflita sobre sua razão de ser e seu funcionamento”. Fundado em 1991, o Parlacen é composto por parlamentares de El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá e República Dominicana.


Dilma encontrará Barack Obama

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Dilma Rousseff

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) vai se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nesta terça (21), em Washington. O encontro está na programação oficial da viagem da ministra Dilma à capital norte-americana, onde participará da 4ª Reunião do Fórum de Altos Executivos de Empresas do Brasil e dos Estados Unidos. Antes de se reunir com Obama, Dilma terá um encontro com o secretário do Tesouro, Timothy Geithner.



Morre ex-senador Gilberto Mestrinho

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Gilberto Mestrinho

Morreu neste domingo (19), em Manaus, o ex-senador e ex-governador do Amazonas Gilberto Mestrinho (PMDB), aos 81 anos. Mestrinho também foi prefeito de Manaus e presidiu a Comissão Mista do Orçamento do Senado. Ele foi internado há 15 dias no hospital Prontocord com insuficiência renal crônica e morreu de parada cardíaca - Mestrinho tinha câncer nos pulmões. O hospital ainda não divulgou o boletim oficial com a causa da morte. Seu corpo será velado no palácio Rio Negro, na capital amazonense. Deixou a viúva Maria Emília Mestrinho e nove filhos.


Rio terá hospitais blindados

O governo do Rio de Janeiro anunciou que cinco dos seis hospitais da rede federal serão blindados. As unidades estão em regiões consideradas áreas de risco, por conta de constantes tiroteios entre traficantes de facções rivais e confrontos com a polícia. Os hospitais terão diferentes proteções contra disparos de arma de fogo - as intervenções preveem a construção de muros de concreto, distantes cerca de um metro dos prédios, instalação de venezianas de aço (brie-soleil, no termo técnico) e até mesmo a blindagem de vidros. O programa prevê gastos de R$ 500 milhões em qualificação profissional e modernização de equipamentos. Da verba total, R$ 110 milhões serão destinadas a intervenções arquitetônicas, o que inclui a blindagem. O projeto será concluído em dois anos.


Lula participa de reunião do Mercosul

Entre oito e dez chefes de Estado participarão de uma cúpula de presidentes do Mercosul que será realizada nos dias 23 e 24 em Assunção, no Paraguai. Esta será a 37ª reunião ordinária e marcará o fim da presidência semestral do bloco pelo Paraguai. Em pauta, entre outros assuntos, está a tensa situação em Honduras após o golpe de Estado que depôs o presidente Manuel Zelaya, no fim de junho. Participam da cúpula os líderes de Paraguai, Uruguai, Brasil e Argentina. Depois da Cúpula do Mercosul, Lula ainda deve se reunir com o presidente paraguaio, Fernando Lugo, para tratar das questões relativas à hidrelétrica de Itaipu.


Projeto sobre agências
reguladoras fica para agosto

A análise da Câmara dos Deputados do Projeto de Lei 3337/09, que estabelece novas regras para as agências reguladoras, ficou para agosto. A pauta trancada por medidas provisórias impediu que a proposta fosse analisada pelos deputados antes do recesso parlamentar. Porém, o relator da proposta, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que já busca um acordo de líderes para garantir a votação da matéria. Segundo o projeto, a definição dos critérios das licitações será dos ministérios e a operacionalização das agências. Barros incluiu ainda em seu substitutivo a possibilidade de um ministério delegar o poder de outorga dos serviços que desejar às agências reguladoras. O projeto, de 2004, tramita em regime de urgência e está pronto para votação em Plenário.

Fonte: Claudio Humberto

18 Julho 2009

Cooperativa aumentará recursos para safra 2009/10 em 58%


Assim como os bancos oficiais as cooperativas de crédito apostam no setor agropecuário e lançam linhas de financiamento para a safra 2009/10. O Sistema de Crédito Cooperativo de Mato Grosso (Sicredi-MT) anunciou a liberação de R$ 541 milhões para custeio, investimentos e comercialização para o Plano Safra 2009/10, um crescimento de 58% em relação ao plano 2008/09. Em 2008/2009 foram liberados R$ 342.777.239, sendo R$ 245.607.657, das linhas de crédito rural do governo e R$ 97.169.582, das linhas de crédito de custeio com recursos captados em dólar.


De acordo com Marcos Ussit, consultor de Negócios do Sicredi-MT, os recursos já liberado pode ser aplicado na compra antecipadas de insumos. "Nestes casos a economia pode chegar de 15% a 30%, sendo que só esse desconto já cobre os juros da operação", informou. "O associado do Sicredi é, em sua maioria, mini, pequeno e médio produtor que tem mais dificuldade de acesso aos créditos liberados pelos bancos e outras instituições financeiras. O sistema de cooperativismo tem a cara deles pois é a união de esforços".


Acesso - Para ter acesso às linhas de crédito oferecidas pelo Sicredi o produtor precisa ser um associado. Cada operação pede um tipo de garantia que não difere muito do que se faz nos bancos. "Para o custeio, que tem prazos curtos, o produtor faz o penhor da própria safra como garantia. Em prazos mais longos os bens financiados ficam como garantia e há outras complementares como a hipoteca da propriedade. Também utilizamos o sistema de aval porque o contato próximo entre os associados permite isso".


Inadimplência - Segundo o consultor de Negócios esta aproximação entre os cooperados dificulta também a inadimplência. O índice no Sicredi, com base em maio de 2009, foi de 3,48%. Já a média do mercado financeiro, segundo fonte da Serasa é de 5,9% se forem excluídas as participações das financeiras que normalmente apresentam índices de inadimplência maiores que dos bancos. "Se agregarmos os números das financeiras, a média do mercado sobre para 8,7%, segundo a Serasa, na mesma base de maio".


Este ano o Sicredi tem tem incentivado a captação de poupança, gerando recursos que serão destinados aos seus associados para custeio, comercialização e investimento no setor agropecuário. "A caderneta de poupança do Sicredi é uma das fortes aliados do campo já que 70% dos recursos são revertidos como fonte para financiamento do setor agropecuário, destacou o presidente da Central Sicredi MT, PA e RO, João Carlos Spenthof.


Em Mato Grosso - O Sicredi está presente em 104 cidades, cobrindo 74% dos municípios do Estado, sendo que em 27 é a única instituição financeira. Possui 15 cooperativas e 122 pontos de atendimento. Encerrou 2008 com 137.789 mil associados no Estado, em torno de R$ 998 milhões em operações de crédito, R$ 270 milhões de patrimônio líquido e assegurou pouco mais de R$ 36 milhões de sobras para seus associados. "Esse é um dos grandes diferenciais do sistema de Crédito Cooperativo. Em um banco convencional esse seria o lucro da instituição. No Sicredi, esse valor é revertido aos seus associados, que são donos do negócio", frisou João Carlos.


As cooperativas de crédito de Mato Grosso representam em torno 15% do mercado financeiro do estado. De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras - Mato Grosso (OCB-MT), o Estado possui 35 cooperativas de crédito registradas, com 147 mil cooperados e gera 1.470 empregos diretos.

Fonte: A Gazeta

Maria Angélica de Moraes
Da Redação

Rodonópolis: Prefeito Zé Pátio envia 207 projetos à Câmara

Prefeito de Rondonópolis: Zé do Pátio

O prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio (PMDB) revela que já encaminhou nada menos que 207 projetos à Câmara neste primeiro semestre de sua gestão. A maioria das mensagens são referentes a pedidos para remanejamento e suplementação orçamentária. Como o peemedebista sofre forte oposição no Legislativo, que aprovou o orçamento no ano passado, ainda sob as ordens do então prefeito Adilton Sachetti (PR), sem autonomia para mudança na peça orçamentária de R$ 300 milhões, precisa agora de autorização dos vereadores para fazer qualquer remanejamento.


Depois de enfrentar "bombardeio" de críticas por iniciar um governo com dificuldades até para composição do primeiro escalão e de centralizar ações de tal modo que estava travando a engrenagem da máquina administrativa, Pátio começa a "respirar". Ele diz que, gradativamente, está aprendendo a atuar no Executivo, apesar de já ter ocupado cargo de presidente da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder) ainda na gestão Carlos Bezerra, nos anos 80. Sua maior experiência é no Legislativo. Foi vereador e deputado estadual por mais de uma década.


Pátio destaca que está asfaltando 20 bairros com recursos próprios e sem custo à população, com exceção das despesas para construção de calçadas. Se prepara para inaugurar a 14ª obra de pavimentação. O prefeito diz contar com 18 frentes na construção de rede de esgoto com recursos do PAC e contrapartida do município. Construiu 6 creches e está licitando a sétima obra. Diz ter dobrado o número de alunos do programa Educação para Jovens e Adultos (EJA), de 1,1 mil para 2 mil, e criou o cursinho pré-vestibular gratuito, com funcionamento em quatro regiões. Quanto ao passe-livre para estudantes, afirma que o pré-projeto está pronto, mas que vai implementá-lo no segundo semestre com discussão com a comunidade.


Num espécie de balanço do semestre, o prefeito afirma ter entregue 8 tratores a pequenos produtores, adquiridos com verba da União, e diz que o município está furando 30 poços artesianos e vai iniciar rede de água nos assentamentos rurais. Comprou 4 moticicletas para facilitar o trabalho de assistência técnica ao pequeno produtor e conta com uma máquina destinada a construir reservatório de água para animais. Destaca que sua gestão já recuperou 70% da malha viária e prevê construir 3 mil casas populares neste ano, sendo mil com recursos próprios.


O prefeito rondonopolitano comenta que determinou licitação de todo material de rede de ensino para atender a todas as cerca de 18 mil crianças com liberação de 2 camisetas, shorts, tênis e mochilas para cada aluno matriculado. Vai implantar o programa Prata da Casa, com doação de material esportivo a 1,5 mil atletas e contratação de professores, estagiários e monitores. Lista ainda asfaltamento de um trecho urbano de 13 km da BR-364 (do córrego Lajeadinho ao posto da PRF), com verbas do governo federal. Na Saúde, lembra que o município fez 750 cirurgias de cataratas. Pátio afirma que mensalmente repassa R$ 1 mil para a Santa Casa de Misericórdia, com quem acabou enfrentando queda-de-braço na tentativa de ter autonomia da gestão sobre o dinheiro público repassado à unidade hospitalar, e destaca ainda que o hospital regional, numa parceria com a prefeitura, registrou 1,5 mil procedimentos ortopédicos.


Pólo industrial

O prefeito se mostra empolgado com a atração de novas indústrias para Rondonópolis, terceiro maior município do Estado, somente neste ano. Cita a indústria de tecelagem TBM, a ampliação da Agra, que começa a construir fábrica de ração, e também a indústria de emplementos rodoviários Facchini, além da ampliação do parque industrial da Santana Têxtil, da Cristal, que agora construirá uma fábrica de refrigerante e outros marcas do grupo, a chegada de um frigorífico de ovinos e do supermercado Big Master, que já atua em Tangará da Serra.

Fonte: RDNews

Alto Paraguai:Adair recorre ao TSE e não consegue reconquistar cargo


O TSE indeferiu pedido de liminar em ação cautelar movida pelo prefeito de Alto Paraguai (a 200 km de Cuiabá), Adair José Alves (PMDB), que tentava reverter a cassação de seu mandato. O peemedebista foi destituído do cargo depois de supostamente ter incorrido na prática de abuso de poder econômico e político nas eleições do ano passado. A decisão foi da juíza da 7ª Zona Eleitoral de Diamantino, Helícia Vitti Lourenço. Adair chegou a ingressar com uma recurso junto ao TRE para que a sentença fosse suspensa. Não conseguiu reverter a situação. Decidiu, então, recorrer ao TSE e, de novo, foi derrotado no embate jurídico.


Segundo o processo que culminou na condenação de Adair, ele não teria aberto conta corrente específica em seu nome no período eleitoral, o que ocasionou a rejeição de sua prestação de contas de campanha do ano passado. O peemedebista, por sua vez, sustenta que seu balancete foi rejeitado apenas pela inexistência de conta corrente específica, mas que não foi detectada nenhuma uma irregularidade ou abuso de poder.


Para o relator, ministro Arnaldo Versiani, é muito prematura a apresentação da ação cautelar no TSE, já que existe recurso de agravo regimental a ser julgado no próprio TRE. Segundo o ministro, não cabe ao TSE “substituir-se, ou sobrepor-se, aos Tribunais Regionais Eleitorais para apreciar aquele mesmo efeito suspensivo, já indeferido, tanto mais quanto o julgamento do recurso não compete a este Tribunal, mas, sim, ao TRE-MT”. Adair foi eleito com 1.645 votos. Com sua cassação, a segunda colocada nas urnas, Diane Vieira de Vasconcellos Alves (PR), que obteve 1.354 votos, assumiu o comando de Alto Paraguai. (Patrícia Sanches)



Fonte: RDNews



Ex-secretário Antenor comete suicídio em MT


Uma carta encontrada ao lado do corpo deverá auxiliar nas investigações. Nela, havia menção das denúncias que era acusado. O conteúdo não foi detalhado para a imprensa. A polícia foi acionada e fez o isolamento do local. O corpo foi velado na câmara do município e foi transladado, hoje de manhã, para Cuiabá onde residem familiares e será sepultado.


Antenor foi secretário de Governo na gestão da ex-prefeita Baiana Heller. Ele chegou a ser preso junto com os secretários de Finanças, Paulo Nissassi, e Administração, Edmar Heller, acusados de envolvimento em supostos esquemas de fraudes e desvios de recursos públicos. Na época, durante operação do Ministério Público, foram apreendidas, na prefeitura, notas frias, carimbos de empresas para esquentar licitações e documentos que comprovariam outras irregularidades.
O ex-secretário respondia processo em liberdade.

Também na época, o Ministério Público apontou que "grande parte dos devios de recursos deu-se mediante o direcionamento de licitações, superfaturamento de obras e serviços, desvio direto de recursos através de notas fiscais falsas; utilizando para tanto, toda sorte de material gráfico como notas, carimbos, papéis timbrados entre outros meios, sendo as fraudes desvendades com a operação Sumidoro".


O ex-secretário também fez parte do antigo DENTEL - Departamento Nacional de Telecomunicações- do Ministério das Comunicações que inspecionava funcionamento de emissoras de rádios e tvs em Mato Grosso. Atualmente, prestava serviços de consultorias para empresas de comunicação no Nortão.

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Karoline Kuhn
Fonte: Só Notícias

16 Julho 2009

Filho de José Sarney é indiciado pela Polícia Federal


O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi indiciado ontem pela Polícia Federal sob a acusação, entre outros crimes, de falsificar documentos para favorecer empresas em contratos com estatais. Pela investigação, o órgão mais visado foi o Ministério de Minas e Energia -controlado politicamente por seu pai.

Principal alvo da Operação Boi Barrica, nome de um grupo folclórico maranhense, Fernando foi indiciado pelos crimes de formação de quadrilha, gestão de instituição financeira irregular, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Ele foi ouvido pela PF, em São Luís. Procurado pela Folha, nem ele nem seu advogado quiseram dar entrevistas. Fernando sempre negou ter cometido qualquer irregularidade.

O inquérito foi aberto em 2006, inicialmente para investigar suspeitas de caixa dois na campanha de Roseana Sarney ao governo do Estado. Fernando fez dois saques de sua conta pessoal no valor de R$ 1 milhão cada um nos dias 25 e 26 de outubro daquele ano. O segundo turno foi em 29 de outubro.

Contudo, no decorrer das investigações, que incluíram grampos telefônicos realizados com autorização judicial, foram levantados indícios de outros crimes atribuídos a Fernando, sobretudo de tráfico de influência e fraude em licitações feitas por Eletrobrás, Eletronorte, Valec (estatal do Ministério dos Transportes responsável pela construção da Ferrovia Norte-Sul) e Caixa.

Ele foi apontado como "o mentor intelectual" da quadrilha que intermediava negócios privados com as estatais, que incluiria dois empresários ligados a ele -Gianfranco Vitorio Artur Perasso e Flávio Barbosa Lima. Os dois empresários foram sócios de Fernando e cursaram engenharia com ele na mesma turma da USP.

Após monitorar telefonemas e e-mails de Fernando, Flávio Lima e Gianfranco Perasso, a PF descreve no inquérito ter flagrado um pagamento de R$ 160 mil efetuado pela construtora EIT (Empresa Industrial Técnica) à PBL Construtora, de Lima e Perasso, supostamente como compensação por ter sido subcontratada para obras na Ferrovia Norte-Sul, por intermediação de Fernando.

O relatório da polícia transcreve telefonemas em que Flávio Lima pressiona a EIT a efetuar o pagamento, sob risco de não ser contratada para outro lote da Norte-Sul, cujo contrato já estaria com Fernando.

Em agosto do ano passado, a PF pediu a prisão preventiva de Fernando e do agente da PF Aluísio Guimarães Mendes Filho. Segurança de Sarney no Senado, Aluísio responde a outro inquérito acusado de ter repassado informações sigilosas sobre a a Boi Barrica a Fernando.

O agente da PF, indicado por Roseana neste ano para chefiar a área de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado, foi ontem também à PF em São Luís para depor.

O Ministério Público vai decidir agora se oferece ou não denúncia contra Fernando com base no trabalho da PF.

O indiciamento de Fernando é outro revés para o presidente do Senado, que enfrenta desde março acusações de irregularidades dentro e fora da Casa.

Na época dos fatos citados pela polícia e pelos procuradores, principalmente de 2006 a 2007, o ministro de Minas e Energia era Silas Rondeau, apadrinhado de Sarney. Desde o começo do governo Lula, o presidente do Senado mantém o controle de grande parte das indicações no setor elétrico.

Rondeau foi afastado do ministério em 2007, após ter sido investigado na Operação Navalha. Rondeau também é apontado na Boi Barrica como integrante do esquema, mas a Folha não conseguiu confirmar se ele foi ou não indiciado. Outro aliado de Sarney alvo das investigações é Astrogildo Quental, ex-diretor da Eletrobrás.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

ALL anuncia o início das obras da Ferronorte de Alto Araguaia a Rondonópolis


Depois de cerca de 7 anos com obras paralisadas, com a liberação de financiamento no valor de R$ 691,6 milhões, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a América Latina Logística (ALL) anuncia o início das obras da ferrovia Senador Vicente Vuolo, a Ferronorte. O trecho em questão tem um total de 251 quilômetros ligando Alto Araguaia a Rondonópolis. O montante será aplicado pela empresa na viabilização da construção, operação, exploração e conservação do trecho.

As obras estavam previstas para começarem entre o fim de junho e início de julho, conforme cronograma anunciado pela diretoria da ALL em maio passado, quando a diretoria recebeu do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Licença de Instalação de um trecho que compreende 13 km, entre Alto Araguaia e Mineirinhos, ambas no Estado. O documento era fundamental para qualquer ação por parte da empresa e até mesmo para qualquer movimentação financeira. À época, o diretor de Relações Corporativas da ALL, Pedro Roberto Almeida, informou que os primeiros 13 mil metros ficariam prontos em até quatro meses.


Por meio de nota, a empresa afirma que o fundo FI-FGTS também negocia com a ALL sua entrada no projeto, cuja obra terá início este mês. Segundo a empresa, o potencial apresentado pela região é interessante, principalmente para a movimentação de soja, milho, açúcar, algodão, madeira de reflorestamento, contêiners, além de combustíveis. Também está prevista a construção de um terminal intermodal em Rondonópolis. A capacidade para movimentação inicial é de 12 milhões de toneladas por ano, com picos de até 1 mil caminhões diariamente. O novo terminal poderá movimentar até 25 milhões de toneladas por ano.


Hoje à tarde, o Fórum Pró-ferrovia, que acompanha a construção da Ferronorte, apresentará à imprensa durante entrevista coletiva, a data exata do início das obras. O presidente do fórum, vereador Francisco Vuolo, adianta que será apresentado um cronograma de ações, que inclui visitação à ferrovia, para acompanhar a construção. Ele explica que cada trecho depende da liberação de uma licença. Estes documentos serão concedidos pelo Ibama de forma seccionada, ou seja, a cada etapa.

Fonte: A Gazeta

15 Julho 2009

Prefeito de Cuiabá anuncia projeto de investimento de R$ 500 milhões

O Governo do Estado e a Prefeitura de Cuiabá já estão trabalhando, em conjunto, para fazer as adaptações no Plano de Mobilidade Urbana, tendo como meta unificar os projetos de infraestrutura básica com vistas à Copa do Mundo de 2014.

O Projeto de Mobilidade Urbana prevê mais viadutos, avenidas e linhas exclusiva para ônibus

No momento, estão sendo discutidos os pontos mais críticos do trânsito na Capital e as obras que deverão ser feitas para melhorar a trafegabilidade, uma vez que o deslocamento das pessoas - a denominada mobilidade urbana - é um dos principais focos das 12 cidades que vão sediar os jogos do Mundial.

A execução dessas obras dependerão muito dos valores que serão liberados pelo Ministério das Cidades, onde foi protocolado, pelo Governo do Estado, um plano básico solicitando R$ 1 bilhão. Já da parte da Prefeitura, os projetos apresentados somam R$ 500 milhões. Os investimentos serão feitos pelo Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa.

Em entrevista exclusiva ao MidiaNews, nesta semana, o prefeito Wilson Santos (PSDB) afirmou que, de todas as áreas, a que mais vai ganhar, com a escolha de Cuiabá para ser uma das sedes da Copa, será justamente a da Mobilidade Urbana. Segundo ele, a Prefeitura tem mais de R$ 500 milhões de projetos já elaborados e encaminhados aos Governos Estadual e Federal.

"Temos conversado com o governador Blairo Maggi e concluímos que temos um interesse em comum, que é, por exemplo, o de fazer um grande programa de recapeamento de parte considerável das ruas e avenidas da Capital. Não há como negar que esse pavimento já está com a vida útil vencida. Nosso projeto é investir um bom volume de recursos financeiros, em parceria com o Governo do Estado, em restauração de ruas e avenidas, sobretudo, em linhas de ônibus", disse o prefeito.

Viadutos

Segundo Wilson Santos, o projeto de infraestrutura contempla a ampliação da malha viária de Cuiabá, com a construção de vários viadutos, como forma de acabar com os muitos "gargalos" que transformam o trânsito da cidade num dos mais complicados do país. Um dos viadutos será construído na rotatória que liga as Avenidas Fernando Correa e Manoel de Arruda (Beira-Rio); outro, no trevo das Avenidas Miguel Sutil (Perimetral) e Lavapés, na entrada dos bairros Santa Rosa, Ribeirão da Ponte e Ribeirão do Lipa.

Também serão construídas "trincheiras" no trevo da Avenida Miguel com a Rua João Gomes Sobrinho: passagens subterrâneas vão acabar com um dos principais pontos críticos do trânsito da Capital, no trevo próximo à Gráfica Atalaia. Será feito o alargamento da Avenida Fernando Corrêa, com a construção de uma terceira pista, do trecho que vai do quartel 9º BEC (Exército) até o trevo de acesso à Rodovia Palmiro Paes de Barros, que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger.

O projeto de Mobilidade Urbana prevê, ainda, a conclusão da Avenida Miguel Sutil até o encontro com a Avenida Beira-Rio, além de continuar uma das mais extensas ruas da cidade, a Barão de Melgaço, com a construção de um trecho beira-rio até a Ponte Mário Andreazza, que dá acesso a Várzea Grande. No local, também será construída uma nova ponte.

"Vamos construir corredores exclusivos para ônibus; concluir a pavimentação asfáltica de todas as linhas de transporte coletivo, eliminando alguns pontos críticos, como a entrada para o bairro Despraiado, pela Avenida Miguel Sutil", disse Wilson Santos. Em parceria, Governo e Prefeitura vão construir uma nova avenida, que fará a ligação direta do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, ao estádio José Fragelli, o Verdão, no bairro do mesmo nome, em Cuiabá.

Um dos projetos do Estado é a duplicação da MT-251 (Cuiabá-Chapada dos Guimarães), no trecho que vai do trevo de acesso ao Distrito de Nossa Senhora da Guia até a entrada para a Hidrelétrica de Manso.

De acordo com o prefeito, a previsão é de que todas essas obras estejam concluídas até dezembro de 2012, quando o Brasil sediará a Copa das Confederações, um dos principais preparativos do Mundial de 2014.

"A área em que a Prefeitura menos pode contribuir é a financeira. Mas, temos técnicos, pessoal com um conhecimento profundo da cidade, com as informações necessárias para dotar a cidade de um projeto de infraestrutura básica que atenda às exigências da Fifa", disse Wilson Santos.

Etapas

Dentro do Projeto "Cuiabá na Copa 2014", segundo Wilson Santos, a Prefeitura já cumpriu três etapas. A primeira é a criação de um organismo exclusivo para tratar desse tema: a Secretaria Especial para a Copa. A segunda missão foi escolher um nome eqüidistante, que gozasse de prestígio junto ao Governo do Estado, à CBF e à Fifa - no caso, o economista, Agripino Bonilha Filho. Ele foi nomeado no dia 8 de junho. O terceiro ponto foi a aprovação da Lei Municipal de isenção tributária, conforme exigência da Fifa.

As próximas etapas, conforme o prefeito, serão a reorganização do comércio ambulante e o repasse de informações aos comerciantes que estão num raio de dois mil metros do estádio Verdão, sobre os procedimento e padrões estipulados pela Fifa.

Recursos

A cinco anos da Copa de 2014, a estimativa de gastos do Governo Federal com o evento se aproxima de R$ 30 bilhões. As cidades-sedes pleiteiam ao Planalto pelo menos R$ 20,38 bilhões para obras de infraestrutura. Somado aos investimentos de R$ 7,3 bilhões do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) nas 12 sedes, o custo, somente para a União, atinge R$ 27,7 bilhões.

Fonte: MídiaNews

Famato discute quinta o embargo à carne bovina do bioma amazônico

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) realiza na próxima quinta-feira, 16, uma reunião com presidentes e representantes de sindicatos rurais e entidades de classe para discutir um posicionamento do setor frente ao embargo à carne bovina produzida no bioma amazônico. Para tentar reverter a situação, a entidade não descarta a possibilidade de entrar com ações judiciais contra a organização não-governamental (ONG) Greenpeace, que denunciou supermercados, frigoríficos, fabricantes de calçados, entre outras empresas que consomem produtos derivados de bois criados no bioma amazônico.

Famato discute quinta o embargo à carne bovina do bioma amazônico
O diretor tesoureiro da Famato, Eduardo Alves Ferreira Neto, explica que em Mato Grosso quase 70% do gado está na região do bioma amazônico e que os produtores estão se adequando à rígida legislação que regulamenta a produção na Amazônia Legal. "Nós, produtores rurais, também nos preocupamos com a preservação ambiental e buscamos a produção sustentável. No entanto, não podemos admitir que uma ONG estrangeira dite normas para o setor. Vamos buscar o diálogo junto às partes, mas, se for preciso, a Famato entrará com ações para responsabilizar os autores deste boicote pelos danos causados."

Fonte: Olhar Direto

Shell investirá R$ 10 milhões em Mato Grosso


Após voltar a atuar no mercado mato-grossense em fevereiro deste ano, a Shell anunciou nesta terça-feira que irá construir sua base própria de operação em Cuiabá, com capacidade para circular dez milhões de litros de combustível por mês. Em reunião com o assessor econômico da Secretaria de Fazenda, Vivaldo Lopes, que na ocasião representou o secretário de Fazenda, Eder Moraes, e técnicos do órgão, os representantes da empresa afirmaram que o crescimento na demanda por combustível prevista com a recuperação econômico fará com que seja triplicada a participação da distribuidora em Mato Grosso. A expectativa para a construção com início previsto para dezembro é de R$ 10 milhões.


A reunião na Sefaz serviu para que a empresa conhecesse os procedimentos fiscais de Mato Grosso. "Nosso retorno ao Estado de Mato Grosso está diretamente ligado a forma como a Sefaz está atuando. É uma política bastante rígida, mas também é muito justa. O ambiente regulatório evoluiu muito e dá segurança para que a Shell se estabeleça e faça negócios", disse o dirigente da empresa, Roberto Figueiredo.


O representante da Shell explicou que a distribuidora está com uma estrutura pequena para a atual demanda. "Nós acreditamos que nos próximos seis meses tenhamos de encontrar maneiras de suprir 10 milhões de litros ao mês. O cenário econômico com a ascensão do agronegócio está muito favorável". A expectativa é que a nova base gere pelo menos 2 mil empregos. Atualmente a Shell fatura em MT entre R$ 15 e 20 milhões com trabalho em uma base arrendada com capacidade para a circulação mensal de 3 milhões de litros.

14 Julho 2009

MT é o segundo maior exportador do Brasil

As exportações do agronegócio mato-grossense fecharam o primeiro semestre com US$ 4,551 bilhões, alta de 20,6% na comparação com o mesmo período de 2008, quando registrou embarques de US$ 3,773 bilhões. Com este número, o Estado ocupa a segunda colocação entre as unidades da federação, atrás apenas de São Paulo que exportou US$ 6,593 bilhões de janeiro a junho de 2009. As vendas externas de produtos do agronegócio feitas pelo país somaram US$ 31,443 bilhões em igual período.


Na lista dos 10 maiores exportadores do Brasil, apenas Mato Grosso e a Bahia tiveram variação positiva nas vendas nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo intervalo de 2008. Os demais, inclusive o primeiro colocado, tiveram resultado negativo. No caso de São Paulo, que exportou US$ 7,057 bilhões no ano passado, a queda foi de 6,5%, percentual semelhante ao registrado pelo país, que teve um recuo de 6,9% nas vendas, que no ano passado totalizou US$ 33,785 bilhões.


A terceira posição na lista dos maiores exportadores é ocupada pelo Rio Grande do Sul, que vendeu US$ 4,433 bilhões em produtos do agronegócio no primeiro semestre deste ano, baixa de 13,9% sobre os US$ 5,153 bilhões de 2008. Em seguida, aparece o Paraná que teve as vendas reduzidas de US$ 5,230 bilhões para US$ 4,378 bilhões, o que representou uma queda de 16,2% de um ano para outro.


Para o economista e especialista em Comércio Exterior, Vitor Galesso, a variação positiva de Mato Grosso é motivada pela característica das exportações feitas pelo Estado. "O Estado tem as vendas externas voltadas principalmente para o complexo soja e as carnes, e o resultado é motivado pelas condições de nossos concorrentes diretos que são o Paraná e o Rio Grande do Sul", diz ao explicar que os embarques realizados no período são referentes à safra anterior, em que estes dois Estados tiveram redução na produção decorrente de problemas climáticos, que favoreceram os mato-grossenses.


Já no caso de São Paulo, que é líder nas exportações de produtos do agronegócio, o especialista afirma que o Estado tem uma indústria mais complexa e que a pauta é mais variada, tendo as carne bovina, milho, soja e seus derivados como o óleo como pauta de produtos exportados. "Aquele Estado tem uma cadeia de exportação mais avançada, e com isso o bom desempenho". Galesso informa também que com estes resultados o Estado tem o que comemorar, mas que poderia ter sido melhor, não fosse a crise.


Para o segundo semestre, o economista prevê que ainda haverá reflexos da escassez de crédito, que poderá acarretar no não fechamento de alguns contratos de exportação, que motivado também pela redução na produção. "Os contratos que deverão ser renovados em 2010 poderão ter redução, já que se referem à produção deste ano, que está menor se comparada a do ano anterior".

Fonte: A Gazeta

Amaggi compra 51% da Denofa S.A.

Ampliando os negócios no mercado europeu, o Grupo André Maggi fechou a compra de 51% das ações da empresa norueguesa Denofa S.A. A empresa tem como principal atividade o esmagamento de soja e tem capacidade para processar 430 mil toneladas/ano e atua também no beneficiamento do óleo de colza (canola), em uma planta localizada na Polônia. O grupo mato-grossense, acionista majoritário da empresa, adquiriu ações da Agrenco (40%) e da Norgrain (11%). Os 49% restantes da composição acionária são da Norgrain.

O presidente do Grupo André Maggi, Pedro Jacyr Bongiolo, afirma que a planejamento do grupo é crescer como produtor de soja, tradding, neste último com atuação não só no mercado nacional como também fora do Brasil. Ele conta que a empresa mantém um escritório na Holanda desde 2008 e sempre busca ampliar os negócios.


No caso da Denofa, explica ele, a empresa já atua no mercado dando prioridade à soja não transgênica, o que também faz parte dos negócios do grupo estadual. "Com a empresa teremos condições de enviar a produção não transgênica de Mato Grosso para a Europa, para ser processado lá e atender o mercado europeu, que é mais criterioso e exigente quanto a este produto. Lá este produto tem mais valor".


Bongiolo acrescenta que a empresa recém-adquirida já tem mercado comprador consolidado a exemplo da própria Noruega, Suécia, Dinamarca e Finlândia. "Já éramos fornecedores de soja para a empresa e agora teremos um destino garantido do nosso produto, além de poder comprar a soja de outros fornecedores".


A soja importada pela Denofa, principalmente a não transgênica, é esmagada e comercializada na forma de óleo, farelo e lecitina. Toda a produção da Denofa é 100% não transgênica e livre de Salmonella, o que a torna referência no mercado escandinavo por sua preocupação com a qualidade e a sanidade. O Grupo André Maggi é composto por quatro divisões de negócios: Amaggi, Divisão Agro, Hermasa e Maggi Energia.


Fonte: A Gazeta

Pesquisa eleitoral, índices e chances - 2

De acordo com a mais recente pesquisa, realizada pelo Ipec, o prefeito da Capital (29,4%) lidera a corrida para o governo do Estado. Logo atrás, aparece o senador democrata (22,23%), e, no pelotão de retardatários, o vice-governador (10,3%) e o presidente da Assembleia Legislativa (9,67%). Tais posições ainda não são definitivas. Muita coisa pode acontecer. Inclusive a desistência de um ou outro desses nomes, até mesmo para disputar uma cadeira ou do Senado, ou da Câmara Federal, ou do Parlamento estadual.


O jogo, portanto, está apenas em seus lances preliminares. Importantes, sem dúvida nenhuma. Porém, a campanha eleitoral, de fato, só terá seu início a partir de julho do ano vindouro, logo após as chamadas convenções partidárias. Embora se saiba que as tais convenções só são realizadas em razão da exigência legal. Até porque nada do que foi acordado e/ou definido anteriormente pelos chefes políticos será mudado. Tem, então, um papel imprescindível as negociações com vistas às coligações, o aproximar "das bases" e as visitas aos municípios, as quais permitem o contato com o eleitorado. Passagens que podem ser detectados pelas pesquisas. Percebe-se o porquê o prefeito obteve 49,9% na Baixada Cuiabana, pois nesta região ele é mais conhecido. Acontece que também em outras regiões, até mais distante da Capital e que o peessedebista não é tão conhecido, o índice percentual alcançado por ele foi altamente positivo. No Vale do Araguaia, por exemplo, Wilson Santos atinge 14,8%; no Sul, 17,2%; no Médio Norte, 25,2%; no Norte, 14,4%; no Noroeste, 17,9%. Superando, inclusive, o vice-governador que, em tese, teria mais tempo e condições para se deslocar de Cuiabá para o interior.


Estar mais bem posicionado na referida pesquisa, entretanto, não garante vitória nas urnas em 2010. O sair-se vitorioso depende, e muito, de uma série de fatores. O grupo de apoios ajuda bastante, particularmente se entre estes se encontrarem o PP, DEM e parte do PMDB, ainda que seja de uma forma camuflada; assim como igualmente contribui o encontro com as lideranças municipais, no sentido de encurtar as distâncias, cujo objetivo, na verdade, é a aproximação com as comunidades locais. Certamente, o seminário que teve início no mês passado em Cáceres não deixa de ser importante. Contudo, cabe observar que a atenção e a preocupação com as realidades regionais são mais interessantes que as ideias que se possam emitir a respeito delas. Ideias surgidas entre uma bebida e outra nos gabinetes partidários. Por conta disso, pré-concebidas, sem nenhuma sustentação teórico-prática, ou de serventias para os moradores. Isso porque cada área mato-grossense possui características diversas, apesar de ter as mesmas atividades econômicas. O que dificulta, sobremaneira, a administração pública. Principalmente se faltam ao gestor estadual programas de governo. Particular que igualam todos os pretendentes.


Pretender disputar o cargo de governador é tarefa fácil. Não é diferente o apresentar-se como "novo", o "diferente" dos concorrentes. Aliás, todos os ocupantes da cadeira central do palácio governamental, cada qual a sua maneira, durante a campanha eleitoral, se vestiram de igual fantasia. O disfarce durou pouco. Resultaram daí a falência da educação e da saúde, somado ao caos da segurança pública.


O prefeito-candidato terá uma dificílima empreitada pela frente. Unificar o discurso com a candidatura do PSDB à Presidência da República, evitar os desgastes de sua gestão em Cuiabá, diminuir as distâncias que o separam do interior, e, isso, o obriga a apresentar projeto alternativo de governo, sem, contudo, se descuidar de atrair parceiros, alguns destes também interessados na disputa, como são os casos do deputado Riva e do senador Jaime Campos. Tema do próximo artigo.


Lourembergue Alves é professor universitário e articulista - E-mail: Lou.alves@uol.com.br

Fonte: Jornal A Gazeta



10 Julho 2009

Os deputados estaduais deram um ultimato ao Governo do Estado

Os deputados estaduais deram um ultimato ao Governo do Estado, mesmo sabendo que a decisão será do governador Blairo Maggi que está ausente do país neste momento. Os secretários e presidentes com sonhos eleitorais por meio de sugestão dos parlamentares deverão deixar a administração pública imediatamente.

Os deputados não querem concorrentes com poder de barganha demasiado, como acontece com alguns secretários de Estado, que são os principais auxiliares do governador do Estado.

Para Silval Barbosa, no exercício de Chefe do Executivo Estadual os deputados apontaram que dias atrás já havia uma preocupação com o fato de que alguns secretários haviam empenhado mais recursos do que aqueles cobertos com a arrecadação de impostos.

Estima-se que neste ano, o Estado corre o risco de fechar o ano com valores que oscilam entre meio bilhão de reais e R$ 800 milhões negativos.

A gota d’água acabou sendo a questão dos maquinários,onde pelo menos três secretários ligaram para os prefeitos, vices e vereadores, anunciando o programa como sendo esforços pessoais e cobrando apoio diante eventual candidatura.

Na reunião com o governador Silval Barbosa,os 24 deputados foram unânimes em defender a necessidade do afastamento de quem pleiteia uma candidatura, já que as regras seriam desfaroráveis a eles.

Cada secretário de Estado tem recursos público s ligados a suas pastas para promoverem obras e ações que os parlamentares no máximo podem sugerir ou recomendar que o Estado as realize.

Fonte: PontoN

Análise dos índices e chances da pesquisa IPEC

Falta muitíssimo para as próximas eleições. Isso não significa que não se deva falar sobre elas. Ao contrário. Deve, sempre que puder, trazê-las para a mesa de discussão. Ainda mais quando se tem uma pesquisa a respeito. Aliás, o Ipec traz dados interessantes. É, portanto, oportuno convidar o (e) leitor para refletir a respeito dos índices percentuais obtidos por cada pretendente, ou suposto pretendente ao Palácio Paiaguás.

Os números são sugestivos. Pois o referido instituto, habilmente, levou em consideração as intenções de votos em diferentes regiões de Mato Grosso: na Baixada Cuiabana, por exemplo, o prefeito da Capital obteve 49,9%; seguido pelo senador Jaime de Campos, com 28,7%; o vice-governador, 3,9%; e o presidente do Legislativo estadual, 1,6%. Quadro que se diferencia, e muito, quando o foco é o Norte. Neste, Silval Barbosa desponta com 39,6%. Bem atrás, aparecem o democrata, 19,5%, o tucano, 14,4%, e Geraldo Riva, 3,52%. Já no Sul, o ex-prefeito de Várzea Grande lidera com 18,97%, o peessedebista tem 17,2%, o peemedebista obteve 5,6% e o deputado estadual, 3,4%. Números que mudam completamente no Médio-Norte, uma vez que o parlamentar estadual aparece em primeiro lugar com 29,7%; seguido pelo prefeito, que detém 25,2%; o várzea-grandense, 19,1%, e o vice, 3,3%. Riva também segue líder na região Noroeste, com 53,8%; Wilson Santos e Jaime Campos, 17,9% e 10,2%, respectivamente. Extrato quase aproximado do Baixo Araguaia, onde o deputado surge com 28,1%, o senador 23,9%, o prefeito aparece com 21,13%; o vice-governador, 14,8%.


Podem-se fazer várias leituras dos cenários acima. Uma delas, talvez a mais importante, é a de que o vice-governador se encontra em uma situação desconfortável. Embora tenha se destacado no Norte, os números conquistados nas demais regiões do Estado o deixam em penúltimo lugar na contagem geral. Posição que tende a piorar caso ele não consiga atrair os apoios do DEM, PP, PR e PT. O que agravará ainda mais com a permanência do senhor Blairo Maggi na chefia do poder Executivo até o final do próprio mandato. Isso deve dificultar-lhe nas negociações diretas com os prefeitos e vereadores, os quais não transferem votos, mas são cabos eleitorais importantes em uma disputa ao governo. Sobretudo quando se sabe que a dita candidatura não empolga os eleitores da chamada Baixada Cuiabana, Médio-Norte, Sul, Noroeste e, tampouco, tem a simpatia do gestor rondonopolitano.


Empreitada dificílima essa a do vice-governador, que sonha em ser eleito governador. Mas não é impossível. No jogo político-eleitoral, impossível é um termo inexistente. Nada pode ser descartável, ou ignorado. Portanto, o que parece difícil pelos números da referida pesquisa, pode mudar completamente de figura mais adiante, ou mesmo em 2010. Desde que se faça a articulação necessária para a costura de uma forte aliança, cuja composição não deve ficar de fora PP, PR, DEM e PT; além disso, apareça com projeto alternativo de governo, em especial no que diz respeito à segurança, educação e saúde públicas, considerados setores mais carentes da atual administração.


Acontece, porém, que o peemedebista jamais se mostrou habilidoso na arte de negociar. Razão pela qual quase perdeu a chance de presidir a Assembleia Legislativa. Só não perdeu a presidência dessa Casa de Leis porque dois de seus colegas, um peefelista e outro peemedebista, saíram em sua defesa, cobrando acordos anteriormente realizados. A parceria com o cacique da turma da botina na eleição de 2006, a despeito do chefe-mor do PMDB, se deu bem mais por iniciativa do então governador que do atual vice-governador. Talvez seja por isso que este peemedebista se coloca tão ligado ao "rei da soja", a ponto de não participar da última campanha eleitoral em Rondonópolis, oportunidade em que se digladiavam PR e PMDB. Deduz-se daí que ele, o vice, na condição de candidato à sucessão, dificilmente apresentará a população projeto alternativo de governo. O que lhe atrapalhará um bocado na dita peleja.


Retrato diferente do prefeito da Capital que, de acordo com a pesquisa em questão, lidera na intenção de votos. Assunto a ser tratado em outro artigo.

Lourembergue Alves é professor universitário e articulista e-mail: Lou.alves@uol.com.br

Fonte: A Gazeta


09 Julho 2009

Blairo Maggi (PR) começa a perder as rédeas do controle administrativo do Estado.

A 15 meses de concluir o mandato, o governador Blairo Maggi (PR) começa a perder as rédeas do controle administrativo do Estado. Já vive a síndrome de final de gestão, assim como aconteceu com os governos Carlos Bezerra, Jayme Campos e Dante de Oliveira que, já em 2001, a poucos meses de deixar o Palácio Paiaguás, não se importava tanto com ações do secretariado. Alguns acabaram por promover desmando. Trata-se de um alerta. A luz amarela já começou a piscar.


Maggi vem conduzindo um governo bem avaliado até agora pela população, conforme mostram as pesquisas. O problema é que, na reta final, principalmente no segundo mandato, gestores acabam perdendo o controle da máquina, numa junção de cansaço, de comodismo e até diante da falta de expectativa de poder. Denúncias de irregularidades até então inumes à turma da botina começam a "pipocar" em algumas pastas. Na Administração, por exemplo, o secretário Geraldo de Vitto, devido a uma "guerra" de interesses, tem passado por uma série de questionamentos públicos por causa de licitações, principalmente com vistas à contratação de empresas para fornecimento de combustíveis à frota do Estado e também na prestação de serviços ao MT Saúde.


A pasta do Meio Ambiente, sob Luís Daldegan, sobrevive em meio a acusações de esquemas envolvendo servidores nos processos de licenciamento. As secretarias de Infraestrutura, de Educação e de Saúde passaram a ser questionadas sobre obras que estão paralisadas. Para cada reclamação, o governo e seus secretários apresentam contraponto. À medida que a gestão se aproxima do final do mandato, mais as "bombas" começam a "estourar", principalmente se o chefe do Executivo não retomar o controle da situação. Está sob Maggi um orçamento anual de R$ 7,7 bilhões numa estrutura pesada de 24 secretarias, além de órgãos, empresas e autarquias vinculados a uma máquina estatal que conta com quase 100 mil servidores.


Acionista do Grupo André Maggi, maior empresa do país no ramo do agronegócio, primeira do mundo na produção de soja e com faturamento anual de US$ 2 bilhões, Blairo Maggi entrou na vida pública empurrado pela fama de empresário de sucesso. Primeiro foi suplente de senador e atuou no Congressso Nacional por quatro meses em 1999, quando do licenciamento do titular Jonas Pinheiro (já falecido). Depois conquistou cadeira de governador no primeiro turno e garantiu novo mandato nas urnas de 2006 também no primeiro turno. As duas vitórias do seu grupo ajudaram a "aniquilar" o PSDB, que conduziu o Estado por 8 anos. Agora, enquanto Maggi tenta ganhar forças na reta final da administração, o tucanato prepara o prefeito cuiabano Wilson Santos, na esperança de retomar o poder.


(Às 10h) - Governo tem controle da situação e não admite desmando, reage Valmórbida


O secretário-adjunto de Propaganda e Marketing, publicitário Júlio Valmórbida, assegura que o governo Blairo Maggi "mantém controle" da máquina do Estado e vem cobrando atuação da equipe até com maior contundência do que antes. "O governador deixa claro que não permite que qualquer interesse pessoal venha sobrepor ao coletivo, do povo de MT". Valmórbida citou exemplo da ação do Palácio Paiaguás sobre o relatório apresentado pelo TCE, com apontamento de mais de 100 obras do Estado paralisadas. De imediato, o governador cobrou explicação do secretário de Infraestrutura Vilceu Marchetti. Descobriu-se depois que se tratam apenas de 17 projetos interrompidos em sua execução por alguma razão. "Em momento algum se viu aqui no governo qualquer sinal de afrouxamento, pelo contrário, o que se nota é que o governador tem cada vez mais o controle da administração. Ele costuma dizer que a máquina não pára, pois tem vida própria e se autoprotege".



Autor: RDNews

Obras paralisadas: Governo maquia dados para desmentir TCE

Os dois documentos apresentados pelo governador Blairo Maggi (PR) à imprensa na última quinta (02.07) em entrevista coletiva, desmentindo o relatório realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) segundo o qual o Estado possui 172 obras paralisadas, não convenceu ao presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim.

Em nota publicada pela Assessoria de imprensa do Órgão, o conselheiro disse que vai avaliar a hipótese de fazer uma auditoria in loco em todas as obras apontadas como paralisadas no relatório encaminhado para a Assembleia Legislativa.

Segundo Joaquim, essa será a melhor forma de evitar debate com o governo do Estado. “O relatório feito pelo TCE tomou como base informações fornecidas pelo próprio governo. São informações declaratórias, espontâneas. Não foram criadas pelos nossos técnicos”, argumentou.

Ao analisar o documento entregue por Blairo à imprensa, Joaquim deve ter percebido inúmeras falhas. Durante a coletiva, o governador afirmou que os dois documentos continham todas as justificativas, demonstrando a situação de cada uma das obras citadas pelo TCE. Mas ao observar mais de perto o relatório, pode-se notar que há uma nítida tentativa de mascarar os dados.

Primeiro que os dois documentos, que foram construídos pela Sinfra, trazem somente 138 obras, ao invés de todas conforme havia prometido o governador de que estariam lá. Destas, 17 estão assinaladas como paralisadas. O restante (121) não estariam paralisadas. Mas, ao interpretar a justificativa, há situações muito mal explicadas, como o fato de não constar 34 obras na relação.

No final da apresentação do relatório “Obras” (p. 7), por exemplo, o governo diz que “diante das controvérsias geradas, achamos por bem determinar o início dos procedimentos administrativos visando a rescisão contratual dessas obras”. E é isso que o relatório traz. A principal justificativa do governo foi a rescisão contratual das obras com as empreiteiras. Catorze deles já foram rescindidos e outros 39 terão o mesmo fim.

O problema é que o governo não informa quando elas serão novamente retomadas e se serão retomadas. Sem contar os lentos processos burocráticos que seguem os tramites de licitação. Enquanto isso, a população é quem sofre com as estradas estaduais em péssimas condições de uso.

Além do que, outras 42 obras realizadas em convênios com consórcios ou prefeituras estão concluídas fisicamente, porém, com pendências na documentação e oito foram encerradas com a redução da metafísica. No primeiro caso, há um descuido por parte do governo, em fiscalizar a prestação de contas de seus conveniados.

Quanto à questão da redução da metafísica há duas possíveis falhas graves: 1) a falta de planejamento adequado; ou 2) houve superfaturamento, uma vez que os recursos alocados para a realização das obras foram gastos e por vezes com aditivos.

Mau exemplo

A MT 222, que liga o município de Sinop a Tapurah e Alto Rio Branco, é um (mau) exemplo deste último caso. No convênio 068/2003 com a Associação dos Beneficiários da Rodovia Pioneiros estava previsto a construção de 58 km por um valor de R$ 16,943 milhões. A obra teve um aditivo de R$ 3,933 milhões, mas apenas metade disto (24,62) foi entregue para a população, segundo o relatório do governo.

O relatório produzido pela Sinfra ainda aponta que apenas cinco obras estão em andamento; seis estão totalmente concluídas; e três serão iniciadas, mas não revela com detalhes a situação das que estão em andamento e não diz quando de fato vai iniciar as que serão iniciadas.

No relatório do governo não consta nenhuma obra citada em outras secretarias de governo, além da Sinfra. No relatório do TCE duas outras pastas são citadas: sendo três obras paralisadas na Educação (Seduc) e 13 na Saúde (SES). Segundo os dois secretários, respectivamente, Ságuas Moraes e Augustinho Mouro, em todas elas foram sanados os problemas. Ambos, ao contrário de Vilceu, preferiram não apresentar nenhum relatório, comparecendo pessoalmente à coletiva na quinta (02), quando se justificaram com a imprensa.

Mouro disse que vai desistir do Hospital Metropolitano de Cuiabá que está sendo construído há mais de 10 anos, doando-o para alguma função administrativa. Maggi adiantou que poderia ser para a Polícia Civil. A justificativa do governador para tanto, é de que o Estado já está negociando com o Ministério da Saúde, para reaplicar o dinheiro gasto na obra, que era de origem Federal, em ações da própria SES no interior de MT, como forma de não devolver o recurso à União.

Outro exemplo de obra paralisada é a Rodovia BR 158 (imagem da capa), que corta todo o Araguaia. A obra que tem contrato nº 06/2008 para manutenção de seu percurso no valor de R$ 4,1 milhões está aguardando liberação de recurso federal pelo Dnit, cujo presidente é Luiz Antonio Pagot, ex-secretário de Infra-estrutura e afilhado político de Blairo. O governo espera que o Dnit libere um aditivo de R$ 782 mil para concluir a obra.

Contra-ataque

Na nota emitida logo após a coletiva de imprensa de Maggi, o presidente do TCE, Antonio Joaquim, ainda afirma que “se houve alguma mudança de situação nas obras consideradas paralisadas, cabe ao Governo informar”.

Aliás, Joaquim ponderou que “está aguardando, como anunciado na coletiva, o envio dos novos documentos pelo Governo. Dependendo das informações, auditores serão enviados para certificar a situação das obras relacionadas na primeira relação recebida pelo TCE”.

Autor/Fonte: Aluízio de Azevedo PnB online

Itaú e Vivo cria cartão em parceria

A empresa de telecomunicações Vivo e o banco Itaú firmaram uma parceria que recompensa os clientes com vantagens em produtos e serviços em telefonia celular. As compras feitas com o Vivo Itaucard valem pontos que serão revertidos em benefícios nos segmentos pré e pós-pago. Para Hugo Janeba, vice-presidente de Marketing e Inovação da Vivo, esta parceria segue o compromisso da empresa de criar produtos e serviços que promovam a inclusão social. "O crédito na telefonia é importante nesse processo. Temos 45 milhões de clientes que precisam deste serviço e também de estar conectados".

Com esta parceria os usuários do segmento pós-pago acumularão pontos que serão revertidos em aparelhos novos gratuitos. Já os clientes do pré-pago receberão créditos como benefício. Disponível na bandeira Mastercard o cartão de crédito Vivo Itaucard será oferecido em cinco variantes (Brasil, Nacional, Internacional, Gold e Platinum).

"Tecnologia e inovação sempre foram atributos fortes para nós e por isso essa parceria com a Vivo faz todo sentido no nosso mix de negócio", disse Carlos Zanvettor, diretor da Área de Cartões do Itaú Unibanco.

A Vivo ocupa o 14º lugar na lista das maiores empresas de telecomunicação de todo o mundo. Está presente em 3.176 municípios e, nos últimos três anos, foram feitos mais de R$ 10 bilhões em investimentos. A tecnologia 3G é oferecida hoje em 440 municípios. O Itaú Unibanco está entre os 20 maiores bancos do mundo com mais de 57 milhões de clientes em todo o país e cerca de 4.600 postos de atendimento bancário. Depois da fusão dos dois bancos se tornou o líder no segmento de cartões de crédito. A carteira de cartões de crédito pessoa física, no Brasil, atingiu R$ 23,122 bilhões ao final do primeiro semestre de 2009.

Como funciona - A partir de R$ 35,00 o usuário do serviço pré-pago recebe como bônus o mesmo valor da recarga realizada (ou seja, mais R$ 35,00) para ligações de Vivo para Vivo com validade de um mês. Já o cliente do sistema pós-pago acumula pontos ao pagar a conta do seu telefone celular com o cartão de crédito. Além disso qualquer outra compra feita com a mesma forma de pagamento será convertida para o programa de pontos da Vivo. Cada R$ 1,00 em compra com o Vivo Itaucard será convertido em cinco pontos para o programa. Com 15 mil pontos o cliente pode resgatar um aparelho gratuitamente.

Fonte: A Gazeta


Painel econômico

Codefat - Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira as Resoluções 610 e 611 do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Uma reduz as taxas de juros para empréstimos com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A outra define o uso dos recursos do FAT no Programa de Microcrédito Produtivo.

Spread - A redução do spread bancário diferença entre os juros que o banco paga aos investidores e o que cobra nos empréstimos foi analisada pelo conselho após a constatação de que havia cobrança indevida de taxa de inadimplência e de custo administração, já que se trata de recursos do FAT.

Assinatura - As duas resoluções foram assinadas na reunião de terça-feira (07) do Codefat, pelo presidente do conselho, Luiz Fernando de Souza Emediato. O BB e a Caixa terão prazo de 90 dias para se adequar às novas regras.

Pedágio - O fluxo de veículos nas estradas pedagiadas do país caiu em junho, com o Índice ABCR fechando com uma variação negativa de 0,30%. Em maio, o indicador havia registrado uma alta de 0,40%. O Índice de movimentação de veículos é calculado pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) em parceria com a Tendências Consultoria Integrada.

Pesados - A queda do movimento nas estradas tem muito da influência da retração de 2,40% na circulação de veículos pesados, que havia aumentado 2,70% no mês anterior. Os leves praticamente mantiveram a movimentação, com ligeiro crescimento de 0,10% ante variação de 0,60% em maio.

Multa - A 69ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro condenou a Petrobras a pagar multa de R$ 30 milhões ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) pela contratação de trabalhadores terceirizados em atividades técnicas da empresa. A sentença acolheu pedido do Ministério Público do Trabalho da 1ª Região (Rio de Janeiro) que afirma ter detectado mais de 190 mil empregados terceirizados na estatal, que possui apenas 49,8 mil servidores concursados em seu quadro de pessoal.

Fonte: A Gazeta

Seis empresas que arremataram Blocos Exploratórios desistiram

Seis empresas que arremataram blocos na 10ª Rodada de Licitação de Blocos Exploratórios desistiram dos contratos. O leilão foi realizado em dezembro do ano passado, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), quando 17 companhias arremataram áreas para futuras explorações. As empresas que desistiram foram Alvorada Petróleo, Silver Marlim, Synergy Group, Severo Villares Projetos e Construções, Nord Oil & Gas e o consórcio formado entre a STR Projetos e a Agemo. As desistências não afetam Mato Grosso.

As empresas haviam arrematado 14 blocos e agora terão que arcar com um prejuízo de R$ 50 mil por bloco desistido. Os contratos deveriam ser assinados em abril deste ano, quando a Petrobras - que arrematou as seis bacias ofertadas em Mato Grosso (Bacia do Parecis) - , assinou os contratos para concessão dos 27 blocos que arrematou sozinha ou em parceria.


No Estado, as seis bacias ofertadas estão localizadas em Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Sorriso, Nova Mutum, Nova Ubiratã e Santa Rita do Trivelato em uma área de 14,025 mil km2. O secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, afirma que a desistência dessas empresas não afeta o Estado, já que as bacias foram arrematadas pela Petrobras.


Informações do Sistema de Informações Gerenciais de Exploração e Produção (SIGEP), da ANP, divulgadas no dia 6 deste mês, mostram que os seis contratos da Bacia do Parecis têm como concessionária a Petróleo Brasileiro S.A.


A desistência das companhias foi confirmada na reunião da comissão de licitação realizada na sexta-feira passada (3). Fecharam contrato com o órgão regulador o consórcio formado pelas empresas Comp (30%), Sipet (10%), Orteng (11%), Cenug (24,5%) e Codemig (24,5%); além das empresas Integral de Servicios Tecnicos e a Shell. Agora, os segundos colocados no leilão para os blocos com mais de uma oferta serão chamados. Os demais voltam para a agência.

Fonte: A Gazeta

07 Julho 2009

Cáceres é destaque nacional por mater mulheres presas por 25 dias ao lado de homens

Duas mulheres presas por tráfico de drogas em Cáceres (220 km de Cuiabá) ficaram detidas por 25 dias em uma cela separada de outros presos homens apenas por uma grade. A situação foi alvo de denúncia do próprio responsável pela unidade onde as detentas ficaram, o delegado regional Percival Eleutério de Paula. Ele diz que, se ocorrerem outras prisões de mulheres na cidade, o problema irá se repetir.


"Relatei o caso até para a Secretaria Nacional de Direitos Humanos em Brasília. Queria deixar claro que, se acontecesse alguma coisa errada, não seria por falta de avisos da minha parte", disse à Folha.


Segundo o delegado, não há alternativa na cidade --a cadeia pública foi interditada e está em reforma-- e os pedidos de transferência foram "ignorados" pela Superintendência do Sistema Prisional no Estado.


"Mandei inúmeros ofícios pedindo que fosse providenciado com urgência um local adequado para aquelas mulheres, mas isso de nada adiantou. Nossas celas são apenas para detenções provisórias."


Há duas celas no Centro Integrado de Segurança e Cidadania de Cáceres, separadas apenas por uma grade conjunta. Há contato visual entre os ocupantes dos dois lados, segundo informou o delegado.


As duas mulheres detidas, uma boliviana de 52 anos e uma brasileira de 40, ficaram na parte da prisão sem sanitários e, por conta disso, tinham de ser levadas por agentes carcerários aos banheiros utilizados pelos funcionários da unidade. "O constrangimento para ambas foi muito grande", disse. Elas foram transferidas para outra unidade em 27 de junho.


O superintendente do Sistema Prisional de MT, Sílvio Ferreira, negou que tenha recebido ofícios sobre a situação. Segundo ele, a custódia dos presos provisórios é da Polícia Civil até que a transferência seja autorizada pela Justiça.


"O que ocorreu foi que o juiz da comarca de Araputanga [na região de Cáceres] não autorizou a transferência no primeiro momento. Isso só ocorreu depois de 25 dias", disse.


O juiz Jorge Ferreira falou que não autorizou a transferência de imediato por "falta de vagas" na cadeia local e disse não ter culpa pela situação em Cáceres. "Este filho não é meu. Não vou colocar aqui nenhum preso além da lotação."


O superintendente do Sistema Prisional diz que a reforma da Cadeia Pública será concluída até o final de julho.


Em 2007, uma menina de 15 anos foi violentada e espancada durante 24 dias, ao permanecer detida em uma cela masculina numa prisão em Abaetetuba (PA).

Fonte: Folha de São Paulo

Quadro geral da política em Mato Grosso segundo pesquisa IPEC

O Instituto Ipec, em parceria com o programa Chamada Geral (Mega 95FM) e o site Mega Debate, divulgam com esclusividade, o resultado da mais recente pesquisa de intenção de votos para as eleições de 2010. Nela, foram ouvidos 1.561 entrevistados, compreendendo 8 regiões distintas de Mato Grosso, com ênfase na análise do coeficiente eleitoral, veja o quadro:

  • Baixada cuiabana: 32,09%;
  • Região norte: 16,40%;
  • Região Sul: 14,86%;
  • Médio Norte: 11,40%;
  • Região Oeste: 9,61%;
  • Vale do Araguaia: 6,09%;
  • Noroeste: 5,00%;
  • Baixo Araguaia: 4,5%.

A técnica utilizada foi o método Survey, com um intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3%.

Perguntado ao eleitor:

"Como viram e estão vendo o estado", os mesmos responderam:
Melhorou 61,37%
Igual 28,70%
Piorou 7,43%
Não opinaram 2,50%

Qual é o melhor senador, na sua opinião?
Não opinaram 40,72%
Jaime Campos 33,25
Serys 23,25
Gilberto Goelner 2,88

Você apoiaria um candidato apoiado pelo governador Blairo Maggi?
Apoiariam: 44,65%
Não apoiaria: 39,46
Não respondeu: 15,89

Em quem você votaria, se as eleições fossem hoje (Presidência estimulada)
Serra: 34,21%
Ciro: 17,55%
Dilma 12,56%
Heloisa Helena 4,74%
Nulo/Branco 1,15%
Não opinou: 29,79%

Como você avalia a adminsitração Blairo Maggi?
Òtima: 9,61%
Boa: 49,20%
Regular: 30,11%
Ruim: 6,02%
Péssima: 3,65%
Não opinou: 1,41%

E como você avalia o governo Lula?
Ótimo: 14,23%
Bom: 50,61%
Regular: 24,09%
Ruim: 5,06%
Péssimo: 4,23%
Não opinou: 1%

Em quem você votaria se as eleições fossem hoje? (Espontânea)
Wilson 19,47%
Jaime 17,04%
Sergio Ricardo 6,85%
Silval Barbosa: 6,02%
José Riva: 5,70%
Abicalil 3,40%
Pivetta: 3,27%
Percival: 1,60%
Julier: 0,19%

Em quem você votaria. (Estimulada - Cenário 1)

Wilson 29,40% Em dezembro tinha: 26,58%
Jaime 22,23% Em dezembro tinha: 17,65
Silval 10,31% Em dezembro tinha: 8,35%
Riva 9,67% Em dezembro não foi avaliado nas pesquisas
Nulo/Branco 0,45%
Não opinou 27,93%

Estimulação de 2º turno. Confronto entre Wilson X Jaime

Wilson: 32,42%
Jaime: 25,37
Não opinaram: 42,22%


Estimulação de 2º turno: Wilson X Silval

Wilson: 34,14%
Silval: 14,29%
Não opinaram: 51,57%

Estimulação de 2º turno: Wilson X Riva

Wilson: 33,06%
Riva: 14,29%
Não opinaram: 52,66%

Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para o senado da república? (1º voto)

Riva: 10,12%
Serys: 9,35%
Sérgio Ricardo: 9,16%
Antero: 7,30%
Abicalil: 6,15%
Wellington Fagundes: 5,77%
Pedro Henry: 3,97%
Pivetta: 3,01%
Carlos Bezerra: 2,75%
Pedro Taques: 1,02%
Gilberto Goelner: 0,58%

Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para o Senado da república? (2º voto)

Riva: 9,55%
Serys: 6,73%
Sérgio Ricardo: 6,92%
Antero: 4,48%
Abicalil: 8,97%
Wellington Fagundes: 5,12%
Pedro Henry: 3,84%
Pivetta: 2,56%
Carlos Bezerra: 5,51%
Pedro Taques: 1,67%
Gilberto Goelner: 0,51%
Não opinou: 44,14%

Resultado levando em consideração a média das intenções de votos, excetuando os brancos e nulos

José Riva: 17,00%
Sérgio Ricardo: 13,93%
Serys: 13,92%
Abicalil: 13,22%
Antero: 10,17%
Wellington: 9,46%
Carlos Bezerra: 7,25%
Pedro Henry 6,79%
Piveta: 4,86%
Pedro Taques: 2,35%
Goelner: 0,94%

Fonte: Mega Debate

Pesquisa IPEC aponta Wilson Santos em 1º lugar para governo do estado com 29,40 %

Pesquisa realizado pelo Instituto IPEC, acaba de divulgar no Programa Chamada Geral, apresentado pelo ex-deputado Lino Rossi, pesquisa de inteção de votos para governador do estado nas eleições de 2010.

A pesquisa foi fechada dia 6 de julho e apresenta o seguinte quadro na estimulada.

  • 1º Wilson Santos com 29,40%
  • 2º Jaime Campos 22,23%
  • 3º Riva 9,67%
  • 4º Silval 10,31

Ronaldo revela que Lula usa empreiteiras para ajudar no ’projeto do Corinthians’

Orlando Brito
Foto
Na recente visita do Corinthians, Lula cochicha com Ronaldo

O jogador Ronaldo, o "fenômeno", fez uma revelação gravíssima ontem à noite no programa esportivo "Bem, Amigos", apresentado por Galvão Bueno no canal SporTV.

Segundo ele, o presidente Lula estaria mobilizando empreiteiras amigas para ajudar seu time, o Corinthians. Aparentemente sem fazer noção da gravidade da sua revelação, Ronaldo afirmou: “O presidente Lula é quem mais está ajudando o Corinthians nessa fase. Ele está dando alguns contatos de empreiteiras que podem nos ajudar.

O presidente está muito interessado no projeto do Corinthians. Ele é fanático, um corintiano roxo”. Em sua longa entrevista, o jogador também mencionou seus planos: "Ainda falta um semestre para chegarmos lá, mas 2010 é ano de Copa do Mundo, de Libertadores para o Corinthians. Vai ser fantástico jogá-la, é uma competição diferente. Eu costumo sempre acompanhar os jogos quando estão passando".

 
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